No começo da semana, antes de partir de Três Passos, tive uma conversa sobre a origem do meu avô paterno. Enquanto tomávamos café da manhã, ele contou que na verdade seu sobrenome deveria ser "Silva", pois sua mãe era "Santos da Silva", mas houve um erro no cartório e ele ficou apenas com o "dos Santos". Seu pai, pelo menos oficialmente, era desconhecido e sua mãe mantivera o anonimato dele. Respondi que achava o "Santos" muito melhor, relembrando que essa é a minha assinatura como médico.
Imagino que houve algum motivo para ser omitido o Silva, provavelmente ela quisera assim. Outra conclusão é a de que, embora ninguém na família possa ser considerado santo, todos tiveram contato com a doutrina cristã e isso está simbolizado em nosso nome mais forte. Observo que, como bons cristãos, temos nossos momentos de generosidade em meio aos altos e baixos da vida. Esse pode ser considerado um bom traço em comum.
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