segunda-feira, 16 de junho de 2014

Em Busca da Felicidade - parte 5

Na "parte 1", comento que a relação mais relevante é com a parceira afetiva. Refletir sobre temática do amor me remete à teoria psicanalítica de Freud: inicialmente, ele dividiu a mente em consciente, subconsciente e inconsciente. O subconsciente seria formado por pensamentos inconscientes que podem se tornar conscientes, como por exemplo, lembranças. Já o inconsciente, que forma a grande base do aparelho psíquico, seria inatingível pela consciência.
Minha primeira constatação é o que amor é uma força inconsciente, nunca saberemos os seus reais motivos. É próprio do consciente tentar achar padrões e explicações lógicas, mas o inconsciente domina e na prática nos vemos diariamente agindo irracionalmente. O verdadeiro amor, ao meu ver, passa pelo clivo do irracional; caso contrário, é insustentável. Soa ilógico alguém perdoar incondicionalmente outra pessoa, mas não seria essa a chave dos relacionamentos duradouros?
Se me perguntassem o que mais me atrai em uma mulher, eu provavelmente responderia: a beleza. Refiro-me ao conjunto externo, uma foto pode captar parte dessa beleza, embora o importante seja a impressão real. Além disso, não saberia responder. Cor dos cabelos? Olhos? Altura? Pouco importa. Etnias? Eu diria "européia", algo entre italiana e alemã, mas isso provavelmente decorre de eu ter passado minha vida toda na região sul. Também pouco me importa.
Se por um lado parece fácil se apaixonar, por outro, considero difícil manter a chama acessa ao longo dos anos. Eis um grande dilema da atualidade, a dificuldade em se manter os laços familiares. Considero que o verdadeiro amor motive instintivamente a criação de uma família, assim, não existiria gravidez indesejável ou acidental, por exemplo. Tudo seria obra do nosso instável inconsciente, aprender a domá-lo me parece ser uma missão comum da humanidade. Será que alguém consegue?

* * * 

Eu estava demorando alguns dias para finalizar esta postagem e, para minha surpresa, o astrólogo Oscar Quiroga discorreu sobre o tema. Ainda bem que esperei:

"16-6-2014 - AMAR PARA SER AMADO

Data Estelar: Lua míngua em Aquário.

O amor que anseias receber está aguardando tua entrega, em primeiro lugar Tu deves amar incondicionalmente, precisas amar oferecendo ao mundo e às pessoas o melhor de ti de forma incansável. 
Isso te tornará amável, fazedor de conexões e, inevitavelmente, receberás o amor que anseias também. 
Porém, curiosamente, a essa altura das coisas Tu não te importarás com isso, tua ansiedade por receber amor terá deixado de existir, será irrelevante se tua alma for amada ou não, pois muito mais importante será para ti continuar dando teu melhor, pelo conhecimento, pelo desejo, pela ação e porque te transformaste na síntese amorosa que tanto buscavas com ansiedade, sem encontrá-la. 
O amor que buscas é exatamente igual ao amor que Tu és potencialmente capaz de entregar. Entrega-o e serás amado."

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